Puglia

Puglia 2022

6 dias na PUGLIA

O "calcanhar" de Itália é uma ótima região para conhecer, a região de Apúlia (Puglia) tem bastante para conhecer, desde a sua capital Bari, á peculiaridade de Alberobello, zonas de praia como Polígamo al Mare ou Monopoli ou outras cidades como Lecce, Brindsi, Ostuni ou Mateara, são só alguns dos locais que podemos conhecer no sudoeste italiano.

Apesar da Puglia ser considerada uma das regiões mais pobres da Itália, é rica em vilarejos charmosos e brancos - com seus trulli (construção típica da região com telhados em cone) - belas praias e uma incrível gastronomia. Parte da costa é banhada pelo Mar Adriático (onde visitamos) e a outra parte, pelo mar Jônico. 

FAQ

1. Preço Total da Viagem por pessoa?

 570,6 

2. O que inclui o Preço Total?

Voo's pela TAP para Nápoles - 300 €

Alojamentos - 119,05 

Rent-a-car em Nápoles - 151,55 

3. Despesas extra não incluídas?

Combustível + portagens ida/volta aeroporto de Lisboa

Estacionamento em Lisboa

Refeições

Combustível + portagens em Itália 

4. Tipo de Viagem?

Em Família, 3 adultos

1.º DIA

Bari Vecchia é um local cheio de vida, de restaurantes e de importantes igrejas, sempre com uma presença assídua de turistas. Há muitos anos atrás, a cidade era um local completamente distinto, um sítio inseguro, com muitos assaltos e frequentado por poucas pessoas.

O centro velho, chamado Bari Vecchia, é o local que concentra praticamente todas as atrações para visitar em Bari. É preciso estacionar o carro do lado de fora dos grandes muros que circundam essa área antiga da cidade e seguir a pé, cruzando algum dos portões que dá acesso ao local.

Bari conta com 116 km² e tem pouco mais de 300 mil habitantes.

Pouco se sabe ao certo sobre a sua origem, apenas que recua a mais de 4000 anos. Apesar de inúmeros ataques de piratas, sofridos durante o Império Greco-Romano, e outras invasões por parte dos Bárbaros, Godos e Normandos, Bari foi sempre o porto próspero e local de paragem obrigatória para os comerciantes das principais cidades mediterrâneas.

Atualmente, é uma das cidades mais importantes do sul do país, e cujas descobertas arqueológicas a confirmam como uma cidade mais antiga do que Roma.

Bari ficou em ruínas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e teve que ser reconstruída

Bari é uma cidade que está divida em duas partes: Bari Vecchia e Bari Nuova. Esta divisão é assinalada pela rua Corso Vittorio Emanuele.

Bari Nuova, que significa "Bari Nova", trata-se precisamente da parte mais recente da cidade, surgida no século XIX por intermédio de Gioacchino Murat e onde se encontram espaços dedicados às zonas universitária e comercial, e à vida cultural como o Teatro Piccinini, o Teatro Petruzzelli (o maior teatro de Bari e o quarto maior teatro de Itália) e o Teatro Margherita. Aqui poderás viver a vida cultural de uma maneira bastante intensa, tanto como turista ou como local.

Traduzindo à letra, Bari Vecchia significa "Bari Velha" que é, nada mais nada menos, do que a parte mais velha da cidade. Uma das ruas mais importantes de Bari é a Via Sparano, o ponto de partida para chegar até ao centro. A melhor maneira de conhecer o centro histórico da cidade de Bari é passear e perder-se pelas suas ruelas estreitas.

Bari Vecchia é um local cheio de vida, de restaurantes e de importantes igrejas, sempre com uma presença assídua de turistas. Há muitos anos atrás, a cidade era um local completamente distinto, um sítio inseguro, com muitos assaltos e frequentado por poucas pessoas.

O centro velho, chamado Bari Vecchia, é o local que concentra praticamente todas as atrações para visitar em Bari. É preciso estacionar o carro do lado de fora dos grandes muros que circundam essa área antiga da cidade e seguir a pé, cruzando algum dos portões que dá acesso ao local.

É um centro antigo desses que mistura o bem cuidado com pessoas que ainda habitam o local, ruelas estreitas e praças bonitas - a Piazza Ferrarese e a Piazza del Mercantilli especialmente -, janelas e portas abertas com pessoas conversando e igrejas grandiosas. Dá para ficar um tempão só caminhando por ali sem muito rumo, observando a vida passar.

Piazza del Ferrarese em Bari

Considerada como um dos lugares mais aconchegantes e tranquilos para se visitar em Bari, a Piazza del Ferrarese é a porta de entrada para a zona do centro histórico a partir do porto. Durante a noite, uma grande quantidade de pessoas se aglomera nos bares e restaurantes. A praça está rodeada de monumentos e lojas que vendem lembranças.

Catedral de San Sabino

A poucos passos do Castello Normanno-Svevo de Bari, poderás encontrar a famosa Catedral de San Sabino.

A Catedral de San Sabino, também conhecida na Itália como Duomo di Bari ou Cattedrale di San Sabino (nome original) foi construída entre os séculos XII e XIII em substituição da anterior igreja bizantina que existia no local e havia sido destruída em 1156, por Guilherme I da Sicília.

A sua principal característica é a sua arquitetura em estilo romanesco. Mesmo assim, poderão ser identificados elementos arquitetónicos de diferentes períodos históricos, onde se notam as influências romana, paleocristã, árabe e bizantina. Por fora, a fachada da Catedral conta com as estátuas dos Santos Padroeiros de Bari: Nicola e Sabino que acompanham a estátua de Nossa Senhora da Assunção, colocada ao centro.

Por dentro da Catedral de San Sabino encontrarás um túmulo com os restos mortais de São Sabino e dezasseis grandes colunas, oito de cada lado, a separar a nave central das laterais.

Além disso, é o templo católico mais antigo de Bari, embora não seja tão popularmente conhecida como a Basílica di San Nicola.

BASÍLICA DI SAN NICOLA

A estrada que te levará até à Basílica de San Nicola está cheia de lojas de pequeno comércio, com frutas, bebidas e souvenirs.

A grandiosa Basílica di San Nicola em Bari foi construída no ano de 1087 com o principal objetivo de receber as relíquias do padroeiro da cidade. A sua aparência é maciça e robusta, comum à restante arquitetura normanda. Curiosamente não é um templo religioso construído do zero, e conta com algumas bases da residência do governador greco-bizantino do sul da Itália, que ali viveu entre os anos 968 e 1071.

De facto, a Basílica di San Nicola em Bari foi edificada com uma arquitetura inigualável e, atualmente, imensos turistas provenientes de todas as partes do mundo visitam a cidade somente para conhecer este templo.

O túmulo de São Nicolau está guardado na Basílica di San Nicola? São Nicolau é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega, além de ser o santo padroeiro dos estudantes. Falamos do mesmo São Nicolau, com significado especial para as crianças e cujas lendas contadas acabaram por dar origem à figura do Pai Natal. É um santo com especial importância tanto para a igreja católica como para a igreja ortodoxa, além de ser uma figura cultural de referência em todo o mundo.

O Teatro Petruzzelli

O Teatro Petruzzelli está localizado no Corso Cavour. As suas dimensões fazem dele o maior teatro privado da Europa e o 4º maior da Itália. Totalmente reconstruído em 1991, após um incêndio, o teatro não perdeu nenhum de seus esplendores.

Castelo Svevo

Outro ponto turístico em Bari é o Castelo Svevo. Ali ficavam ruínas romanas que foram fortificadas pelos normandos durante a Idade Média, até tudo ser reconstruído pelo Imperador romano-germânico Frederico II, em 1233. Depois passou para o domínio da família Aragão, que o doou à poderosa família Sforza, de Milão.

Todo esse período levou o espaço ser ampliado e reformado. A história do Castelo é explicada num vídeo aos visitantes. A visita também leva por galerias que eram e salões com réplicas de esculturas italianas famosas.

Todos os anos, o Porto de Bari recebe praticamente 2 milhões de passageiros e mais de 150 navios de cruzeiro. Além disso, é um lugar importante por estar localizado a apenas 100 metros do centro histórico e ser bastante simples chegar aos principais pontos turísticos da cidade.


2º DIA

POLIGNANO A MARE

Polignano a Mare, uma província de Bari que tem algumas das melhores praias da região e fica a cerca 30 km dali. Polignano a Mare é um vilarejo à beira mar, construída em cima de falésias, cheia de grutas e precipícios. Um centro histórico com a cultura local preservada, onde lojas, restaurantes e artistas se misturam a casinhas italianas, com portas minúsculas e seus proprietários, felizes e realizados, sentados em suas cadeiras de plástico e observando todo aquele movimento.

Também é em Polignano que fica um dos restaurantes mais famosos do mundo, o Grotta Palazzese.


CALA SAN VITO, POLIGNANO A MARE

Maps: torre di san vito

Localizado a cerca de 3 km de Polignano a Mare, é o lugar onde fica a famosa Abadia e a torre defensiva de San Vito. 


CALAPORTO, POLIGNANO A MARE

Maps: lama monachile

É uma enseada de mar livre, composta por pequenas pedras brancas e água verde. Ele está localizado no centro da vila e você precisa atravessar um trecho de escadas para alcançá-la.


MONOPOLI

O nome deriva do grego "mono polis" e sua tradução dá uma bela pista do que você vai encontrar pela frente. Significa único, singular. E Monopoli é realmente uma pérola na região da Puglia, sul da Itália. Uma grata surpresa no mar Adriático!

A cidade fica escondida no alto de um penhasco, nove metros acima do nível do mar. Suas ruas são verdadeiros labirintos que guardam muitas igrejas, monastérios, criptas e casas brancas antigas onde moram menos de 50 mil pessoas. Algumas dessas construções datam do século VII quando os lombardos e mais tarde os bizantinos transformaram o local num importante porto comercial.

boa é sair andando sem pressa pelas vielas cheias de flores do centro histórico, caminhar pelo porto antigo, ver os pescadores trabalhando, crianças fazendo algazarra, senhoras comprando produtos locais nos mercadinhos para preparar as refeições e quando cansar é hora de sentar num café ou restaurante de frente do mar e curtir o super visual.

Não deixe de prestar atenção ao Castelo de Carlo V que foi edificado no século XVI de frente para o mar, Catedral de Santa Maria del Suffragio, Duomo, Igreja San Domenico, Cripta Madonna del Soccorso e a Cala Porta Vecchia.


ALBEROBELLO

  • estacionar fora do centro da cidade porque os estacionamentos são caros. Procurar uma vaga na zona residencial, a 15 minutos a pé do centro histórico.

A definição de Alberobello é "imperdível", um adjetivo meio comprometedor quando você descreve um lugar para outras pessoas. É aquele cartão postal que todo mundo que ama o sul da Itália, já viu e já sonhou em conhecer. As casinhas brancas com tetos cônicos cinzentos, em pedra, os famosos "trulli", são a marca registrada da cidade.

Um lugar tão sui generis tinha que ser Patrimônio da Humanidade da UNESCO.

Mil e quatrocentos "trulli" se concentram em Alberobello, na região da Puglia, no sul da Itália. Um lugar ímpar. São essas casinhas brancas feitas de calcário, com cúpula em forma de cone e telhados de pedra decorados com símbolos religiosos, pagãos, hebraicos ou signos do zodíaco com a intenção de trazer boa sorte. Em italiano, o plural de palavras masculinas é feito com "i" ao invés de "s", por isso se diz um trullo, dois ou mais trulli.

Os trulli são pequenas casas construídos em pedra branca, com um teto cônico feito com placas de pedra cinzenta, como uma cúpula. Os trulli são acolhedores e confortáveis, frescos durante o verão tórrido da Puglia e quentes durante o inverno.

Os trulli são antigos mas nem tanto. Os trulli ainda hoje existentes em Alberobello foram construídos a partir do século XVII.

Como quase sempre na história, o motivo foi econômico: os trulli não eram sujeitos à cobrança de imposto porque eram considerados habitações provisórias. Como os trulli não eram construídos com argamassa, podiam ser demolidos rapidamente sem deixar restos.

O Trullo Sovrano, construído no século XVIII, é o maior deles, e o único com dois andares, com um cone central ladeado por doze cones menores. Hoje abriga o Museu do Território (entrada 1,50 euro). Fica na Piazza Sacramento, no fim do Viale del Gesú. É Monumento Nacional.

Muito interessantes são os Trulli Siamesi (em português, siameses), dois trulli construídos sob o mesmo teto, outrora comunicantes, hoje separados.

Outra parada é na Casa dell'Amore, o primeiro trullo construído em argamassa, em 1797.

Imperdível também é a Casa Pezzola, um conjunto de quinze trulli comunicantes, que fica entre a Piazza del Popolo e o Rione Aia Piccola.

A igreja de Sant'Antonio também fica em um trullo, construída em 1927.

Os dois bairros (rione) da cidade, Rione Aia Piccola e Rione Monti, no entanto, têm características bem diferentes.

O bairro Monti, onde ficam 1030 trulli, é mais comercial e turístico. Ali ficam as lojas de artesanato e souvenir, lanchonetes, restaurantes, etc.

O Rione Aia Piccola, com 400 trulli, é residencial e bem mais tranquilo e autêntico com suas ruas estreitas. Parece saído da um conto de fadas.

Alguns trulli abrigam pequenas pousadas. É possível visitar o interior de alguns deles, às vezes sem pagar ingresso, simplesmente dando uma oferta livre.

As ruas mais bonitas são:

  • Via Monte Nero
  • Via Monte Pasúbio
  • Via Monte San Michele

Antes de entrar no bairro, precisa parar no Belvedere Santa Lúcia para ficar de queixo caído com a vista do Rione Monti e os seus tetos cinzentos.

Uma das características mais interessantes dos trulli são os símbolos pintados de branco no teto. A origem dos símbolos ainda é incerta e muito discutida. Alguns são símbolos religiosos, outros têm origem pagã ou esotérica.

O que provar em Alberobello

Uma das iguarias famosas da culinária da região dos trulli de Alberobello é a massa chamada de oriechette. Atualmente, há muitas lojas que vendem os azeites e produtos frescos da Puglia. E ainda: os queijos da região, como Caciocavallo Podoliso e a burrata. Ah, não deixe de provar os vinhos do Valle d'itria.

  • Martinucci (vico piave, 14): Martinucci é uma instituição se falarmos de pasticciotti, uma das sobremesas mais amadas da Puglia. Pasticciotti é uma bomba, mas acredite em nós você tem que tentar (pelo menos uma). São pastelots recheados com creme, podem ser clássicos (creme de confeiteiro) ou mais originais, como o nosso favorito: pistache e queijo cottage. Preço: 1,80€.
  • Principotto, (Via Leonida Bissolati, 16): visitar a região da Puglia e não provar um ou mais panzerotti é legalmente. O melhor lugar para experimentá-los em Alberobello é definitivamente este lugar, eles são deliciosos! Eles oferecem-lhes com recheios diferentes e a um preço muito bom, menos de € 4. 


3º DIA

BRINDISI

Brindisi é uma cidade da Apúlia rica em história e monumentos e descobertas que podem contar isso. É fácil de alcançar e visitar, perto de outras cidades, vilas e localidades interessantes.

Piazza Duomo

A Piazza Duomo de Brindisi é a praça mais antiga da cidade considerada por muitos também a mais bonita. A sua beleza deve-se certamente aos numerosos edifícios importantes que a dominam, como a Catedral, o Seminário, o Palácio Balsamo, o Instituto S. Vincenzo, o Museu Arqueológico Provincial e o pórtico dos Cavaleiros de Jerusalém.
Observe que todas as estruturas têm uma marca romana e medieval, um detalhe que te deixa sem palavras assim que põe os pés neste quadrado.

Catedral de Brindisi

A Catedral de Brindisi, também chamada Catedral de Brindisi e a Basílica da Visitação, é uma igreja muito antiga. Foi de fato consagrado em 1089 e ao longo dos anos sofreu vários danos com a consequente reconstrução. O terremoto de 1743, por exemplo, quase o arrasou. Hoje eles ainda podem ser vistos dentro fragmentos do primeiro andar, bem como mosaicos e telas representando figuras religiosas, aliás, na capela são guardados os restos mortais de São Teodoro d'Amasea, padroeiro da cidade.

Pórtico dos Cavaleiros Templários

O Pórtico dos Cavaleiros Templários é outro dos edifícios localizados na Piazza Duomo. Seu estilo arquitetónico remonta à Idade Média, por volta dos séculos e , mas seu uso nunca foi totalmente esclarecido. Sua estrutura com arcos góticos e coluna em mármore grego sugere tratar-se de uma loggia e, se considerarmos também a posição na praça principal da cidade, nada exclui que poderia ter sido o primeiro palácio do arcebispo em Brindisi.
Hoje esta varanda serve de entrada para o Museu Arqueológico Provincial e de fato sob ela até a própria entrada existem várias esculturas, sarcófagos e elementos arquitetónicos em bronze.

Castelo Alfonsino

O Castelo Alfonsino é um castelo sobre o mar localizado na pequena ilha de Sant'Andrea, não muito longe do porto. É uma complexa fortaleza aragonesa cujas obras começaram em 1558, encomendadas pelo então reinante Filipe II da Áustria, filho de Carlos V, e duraram 46 anos. O seu exterior aparece em pedra enquanto no interior existe um hall muito decorado contendo um lavatório com ombreiras de pedra, dois baluartes, um redondo e outro triangular, e por último um portal adornado com brasões.

Devido à sua posição na ilha, o castelo só pode ser alcançado de carro graças à longa e estreita estrada que o liga ao continente, mais conhecida como Via Torpediniera Climene - aberto todos os dias das 8:30 às 13:30


GROTTA DELLA POESIA

Grotta Della Poesia, uma piscina natural em meio as rochas, simplesmente divina! É preciso estacionar na estrada e andar uns 500 metros até encontrar a gruta, você esta caminhando e de repente, um buraco com água azul de doer o olho surge, completando todo aquele cenário inacreditável.

A diversão ali é pular, das pedras mais altas, para dentro da gruta.

3 Euros 


SPIAGGIA DI TORRE SANT'ANDREA

Essa praia é uma das mais famosas da região, mas não por sua faixa de areia com água azul turquesa, mas sim por suas falésias e arcos formados pelas gigantes rochas. A primeira vez não encontrei as falésias e acabei desistindo, fui para a direção errada da praia e encontrei, não as falésias, mas uma das praias mais lindas que vi na Puglia a Spiaggia Della Punticeddha.

Na segunda visita a essa praia, fui para a direção oposta e encontrei as falésias. Então faca assim, estacione o carro no estacionamento principal da praia, olhando para o mar, a sua esquerda estarão as falésias (caminhe 200 metros até chegar nelas), e a sua direita estará essa praia que encontrei ao acaso, andei uns 700 metros até chegar nela!

Um panorama que, com a torre de defesa do século XVI de mesmo nome e a pequena marina, um local de desembarque para pescadores e pequenos barcos de prazer, adquire um charme de fadas.

Por trás dessa "enseada", há uma maravilhosa floresta de pinheiros que chega aos Lagos Alimini. Caminhando por seus caminhos verdes, você pode descobrir praias arenosas que emergem apenas na maré baixa, com escadas de pedra que as tornam acessíveis para quem ama intimidade e privacidade.

A praia principal, sujeita à genialidade da natureza, graças às colinas circundantes, é protegida dos ventos e o mar é muitas vezes calmo e agradável por todos. 


SPIAGGIA DELLA PUNTICEDDHA

Essa foi a praia está nas redondezas da Sant'Andrea, a Punticeddha.

Ela é muito rasa, a cor da água hipnotiza de tão clarinha, é uma piscina a céu aberto. Enquanto a Sant'Andrea bombava de turistas se espremendo por um lugarzinho, essa estava praticamente vazia.

A descida é pelas pedras e bem íngreme, deixe tudo no carro e desça apenas para relaxar na água.


LAGOS ALIMINI

Com sua areia fina, dunas, águas rasas e mar transparente emoldurado pela floresta de pinheiros, em Otranto a praia de Alimini é o pano de fundo para os jogos dos pequenos e as acrobacias dos surfistas.

Com seis quilômetros de comprimento, a praia de areia fina de Alimini ostenta a Bandeira Azul e 5 Velas de Leg ambiente. Para alcançá-lo você tem que atravessar a floresta de pinheiros que corre ao longo da costa adriática no trecho entre Torre Sant'Andrea e Otranto. A praia leva seu nome dos lagos atrás de não-nadadores dos quais é separada pelo cheiro de pinheiros e uma longa cadeia de dunas que em alguns lugares atingem doze metros de altura. A água é sempre transparente, de um verde-azul convidativo, enquanto as águas muito rasas são ideais para crianças. Na parte norte há o camping, algumas vilas turísticas e praias organizadas que alternam com extensas áreas de praia livre. Particularmente aberto a todos os ventos, o longo trecho do litoral é um verdadeiro paraíso para os surfistas. Perto da floresta existem vários estacionamentos pagos bem organizados e guardados, daqui você pode subir de ônibus ou pegar uma das faixas de pedestres para se encontrar na praia em poucos minutos.


OTRANTO

Otranto é uma comuna italiana da região da Puglia, província de Lecce, com cerca de 5.273 habitantes e estende-se por uma área de 76 km², tendo uma densidade populacional de 69 hab/km².

Com população de mais de 5.000 habitantes, o número de pessoas triplica no verão. A cidade vive quase que completamente do turismo, portanto eles sabem como conquistar até os corações mais resistentes! A região possui diversas vilas e, algumas, bem importantes como Porto Badisco, Fontanelle, Serra Alimini, Frassanito e Conca Specchiulla.

Porta Alfonsina

A cidade antiga é toda rodeada por grandes muralhas defensivas, a entrada é pela Porta Alfonsina. A posição de Otranto era, ao mesmo tempo, uma bênção e uma maldição! Bênção porque, em termos comerciais, servia como local para negociações, entrada e saída de mercadorias, maldição porque, justamente pelo mesmo motivo, ficava exposta a ameaças, ataques e combates por outros povos que queriam dominá-la e, alguns, conseguiram! Os gregos a colonizara visando a expansão da Magna Grécia, em seguida a cidade foi tomada por lombardos, depois bizantinos, Angevins, Aragoneses, turcos e, finalmente, pelos franceses. Todos os povos que passaram por aqui, deixaram sua marca de alguma maneira. Leia também Itinerário de carro pela Puglia?

Castelo Aragonês

Uma das heranças mais belas da cidade é o Castelo Aragonês (Castello Aragonese). Foi erguido entre 1485 e 1498 por Fernando I de Aragão, utilizando como base as já existentes obras da Suábia e Turquia. Com sua impressionante forma de pentágono, é circulado por um fosso, possui também 3 torres e um brasão que foi de Carlo V, em cima da entrada principal. Dentro do Castelo fica uma Capela com diversas sepulturas. No subsolo ficam becos, alguns ambientes e galerias. Hoje funciona como Museu.

Corso Garibaldi

No Corso Garibaldi, rua principal da cidade em tempos antigos, vamos encontrar ruas e vielas que viajam no tempo. No Corso Garibaldi fica o Borgo Antico, que começa a se "abrir" em diversas outras ruas e vielas. Seguindo até a Piazza del Popolo, você vai dar de cara com a Torre dell'Orologio, construída em 1799. Ao lado, em uma parede, é visível o Brasão de Otrento, que tem uma torre com uma serpente negra que a circunda. Continuando o passeio, vá até a Porta a Mare. Dali, por uma escadaria de madeira, longa, você consegue chegar ao Porto. 

Centro Histórico

Bem no centro do Centro Histórico antigo, fica a Igreja de São Pedro, uma lenda diz que São Pedro passou aqui enquanto estava voltando da Palestina e seguindo para Roma. É a igreja mais antiga de Otranto. A Catedral fica ao alto, na mesma região. A Catedral é dedicada a Santa Maria Annunziata. A obra é do século XI e conserva os corpos dos mártires mortos em 1480, por causa de uma invasão turca. Ali fica também a Capela dos Mártires com os ossos dos mortos no massacre. O Chão de Mosaico da Catedral representa a árvore da vida com diversos desenhos que contam, também, a história do antigo testamento.

O centro histórico de Otranto (cidade velha) é todo murado, fortificado, e fica aos pés do Castello Aragonese, uma junção única e maravilhosa. Colonizada pelos gregos, a cidade lembra muito a arquitetura grega. Ruas estreitas e com chão de pedra onde você vai encontrar uma mistura de residências com lojas de souvenir e artigos locais, tudo isso num tom clarinho e com muita simpatia local, um encanto.

Baia dei Turchi

Dizem que os soldados turcos desembarcavam aqui quando iam atacar Otranto, verdade ou não, a praia é de uma beleza ímpar! Veja também os Lagos Alimini, são duas lagoas com um detalhe bem particular: uma é de água doce e a outra de água do mar. As "irmãs" são divididas por uma faixa de areia. Por falar em "irmãs", a Torre Sant'Andrea e a Torre dell'Orso, foram esculpidas, durantes os séculos, pelo vento e pela maresia, foi assim que nasceu a mítica pedra Duas Irmãs.


4º DIA 

LAGO DI BAUXITE

As coordenadas para chegar ao destino são: 40.131994, 18.500748. 

No coração de Salento, está entre um labirinto de estradas de terra um lugar verdadeiramente sugestivo: o Lago Bauxita de Otranto. Você não precisa pegar uma nave espacial para se sentir como se estivesse em outro planeta. Não estamos em Marte ou mesmo no Grand Canyon, mas a poucos quilômetros de Otranto e Punta Palascia, perto de Monte Sant'Angelo.

Aqui um antigo depósito de bauxita, agora abandonado, foi transformado em um lago com tons verdes como esmeralda, cercado por uma terra vermelha ardente, criando um panorama de cores brilhantes entre os mais coloridos da Puglia.

Mesmo na França, uma antiga pedreira em desuso deu vida a uma obra de arte.

A história do Lago Bauxita

A descoberta do campo bauxita remonta a 1940 e sua exploração continuou até 1976. A pedreira era muito importante comercialmente no passado, todo o material extraído era enviado para Porto Marghera e usado para a extração de alumínio. Era, portanto, uma fonte muito importante de subsistência para a área de Salento.

Uma vez que a pedreira foi abandonada, graças à infiltração de água de um dos muitos aquíferos presentes no território karst, uma lagoa lentamente se formou cuja água assumiu uma cor particularmente intensa devido à presença de resíduos de bauxita na pedreira.

A paisagem espacial!

O panorama resultante é o de um Canyon Americano, ou um filme de ficção científica ambientado em Marte com um lago verde esmeralda mágico no centro. A intensa cor vermelha do solo circundante destaca ainda mais o verde brilhante das águas, bem como a intensa cor da vegetação circundante.

É bastante estranho que uma antiga pedreira possa ficar tão bonita aos olhos dos visitantes. No entanto, as cores surpreendem, nenhuma foto faz como realidade. A cada mudança de nuvens ou luz solar também muda a sombra devolvida pelos reflexos da água, terra e vegetação. Ao pôr do sol as cores se tornam ainda mais intensas.

Aqui a natureza recuperou todos os seus espaços, apagando lentamente a intervenção humana e tornando este lugar ainda mais fascinante do que antes.

A terra circundante da pedreira, graças à sua intensa cor vermelha, é frequentemente tomada e ainda hoje usada para a produção de cores para serem usadas para artesanato local, completamente ecológica.

De carro

O Lago Bauxita fica a apenas 1,5 km do centro de Otranto. Você pode alcançá-lo de carro tomando como direção Santa Cesarea na SP 369 e definindo as coordenadas que eu deixei no topo do artigo. O último trecho é uma estrada de terra. Não se preocupe, você está no caminho certo!

Depois de estacionar, você precisará seguir a pé e depois de 5 minutos você pode finalmente ver a bela pedreira verde esmeralda.


SPIAGGIA PORTO MIGGIANO

Essa praia fica a 30 minutos ao sul de Otranto e, apesar não ter estrutura alguma, foi a única que arriscamos descer com as crianças e aproveitar essa água inacreditável.

Existem dois caminhos para descer, um mais longo e mais seguro e outro mais curto e mais escorregadio e íngreme. Com crianças recomendo ir pela primeira opção, dá um trabalho, mas segurança em primeiro lugar! Saindo do estacionamento, assim que avistar a praia, vire a esquerda. Existe uma escada interditada, passe pela lateral dela e continue a descida, é preciso pular um muro, mas nada que não deixe a ansiedade pela chegada ainda maior.

Após chegar na parte de concreto da praia, vá por cima das rochas em direção a areia.


CAVERNA ZINZULUSA

História e lendas

Caverna costeira natural, a caverna Zinzulusa pertence ao gênero de lagos anchillian (termo que deriva do grego ankhialos, perto do mar). Seu nome se refere ao termo do dialeto zinzuli, trapos e o fato de que de seu teto as formações cársticas pendem como se fossem trapos pendurados. Qual é a história do site? É uma história muito antiga: parece que se formou ainda no período de Plioceno, entre cinco e dois milhões de anos atrás, embora o primeiro a mencioná-lo tenha sido António Francesco del Duca, bispo de Castro, em uma carta de 1793. Aberta ao público desde 1957, a gota recebe cerca de 100 mil turistas por ano em seus 150 metros iniciais (o único acessível).

Não apenas história: a caverna Zinzulusa também é um assunto fascinante lenda. Na verdade, conta-se que o Barão de Castro vivia perto do local, muito rico e malvado, que fazia a mulher morrer de dor e que vestia a filha apenas com trapos (preferindo acumular riquezas em vez de comprar-lhe roupas). Um dia, uma fada se mostrou para aquela criança sempre sozinha e triste. Ele deu a ela um vestido esplêndido e quebrou o dela em mil pedaços stracci que se instalou nas paredes da caverna até que eles se petrificaram. Daí o nome de Grotta Zinzulusa. O Barão foi jogado na água abaixo, criando um buraco de água infernal no fundo (hoje lago Cocito).

Como visitar a caverna

A caverna Zinzulusa pode ser alcançada a pé, do centro de Castro, ou subindo num barco no porto de Castro Marina. Aberto todo o ano, os tempos de acesso dependem da época (no verão o site pode ser acesso das 9.30 para 19.30, e os custos da passagem 6 euros para adultos e 3 para crianças). As únicas áreas acessíveis são as primeiras 50 metros da caverna: todo o resto, devido às cheias parciais, está fechado ao público mas alberga a biodiversidade.

A entrada da caverna está cheia de estalactites e estalagmites. Caminhando pelo "corredor das maravilhas" chega-se a um lago de águas cristalinas, apelidado de "Trabocchetto". A cripta, também chamada de Duomo, tem paredes lisas de até 25 metros de altura, que já abrigou centenas de morcegos. O fundo, que abriga o lendário Cocito, é a parte mais distante da caverna Zinzulusa que pode ser explorada.


CASTRO

Castro é uma pequena cidade do Salento localizada na costa Adriática entre Santa Cesarea Terme e Marina di Marittima. 

Certamente, Castro Marina é uma das enseadas mais bonitas do Adriático. Na zona central, o Porto Turístico é cercado de hotéis e lidos. Existem poucos trechos de praia pública, por exemplo Punta Correnti e L'Argentiera ou o próprio Porto Turístico.

A 3 km do centro, a Grotta Zinzulusa é a gruta mais famosa do Salento e é possível visitar a pé ou de barco. Uma alternativa é relaxar na piscina Zinzulusa (de água salgada) ao lado da gruta. No entanto, a Grotta Romanelli é a gruta mais importante porque tem evidências que fosse um refúgio do homem no Paleolítico, mas não é aberta aos turistas. Contudo, faça um passeio de barcos pelas grutas delle Streghe, Palombara, Rotundella e Azzurra.



LEUCA

Com seus quase 2.000 habitantes, a cidade de Santa Maria de Leuca oferece infinitas possibilidades, principalmente para os apaixonados por natureza, mar e sol! Leuca é para quem quer curtir uma praia, dias de sol, sombra e água fresca.

Leuca é uma cidade minúscula localizada no extremo do 'calcanhar da bota' da Itália, entre Punta Meliso e Punta Ristola. Por sua excelente localização para quem chega a ela via mar, já era um ponto muito visado pelos marinheiros; aliás, o nome Leuca, deriva do grego Leukos, que quer dizer iluminado pelo sol.


5º DIA

MALDIVES DEL SALENTO

Essa praia ao Sul de Galipolli, 40 minutos de carro. 

O nome "Maldivas de Salento" é o do histórico e renomado estabelecimento de banho localizado na marina de Pescoluse, ainda disponível para turistas com serviços de ponta.

Pois aqui em Salento, na ponta extrema do calcanhar da Itália onde as águas de dois belos mares se encontram, você vai se encantar pela beleza da paisagem e pela clareza das cores.

Praia branca e fina, águas rasas, águas particularmente claras e perfumadas, dunas de areia, acácias e tamariscos, um horizonte amplo com pôr do sol infinito e vermelho onde você pode perder seus pensamentos e ansiedades.

Não é uma praia como muitas é simplesmente a praia das Maldivas de Salento; único e encantador, bonito e convidativo para deixar uma memória única e inesquecível.

A Marina di Pescoluse, que também é chamada de "As Maldivas do Salento", é, para muitos, a praia mais bonita da Puglia, no sul da Itália. No entanto, a praia de Pescoluse faz parte da Marina di Salve, um litoral que foi inúmeras vezes premiado com a Bandiera Blu. Junto com Gallipoli e Porto Cesareo, a Marina de Salve.


PUNTA DELLA SUINA

Mar cristalino, em diversas tonalidades de azul, praia paradisíaca servida por um beach club super descolado rodeada pela natureza: essa é a Punta Suína, uma praia que vale incluir no seu roteiro se você pretende conhecer o sul da Itália.

O acesso já é uma experiência: depois de estacionar o carro no estacionamento à pagamento você atravessa um caminho rodeado por pinheiros e começa a ver um mar maravilhoso se aproximar.


GALLIPOLI

Gallipoli, na província de Lecce, é banhada pelo belíssimo Mar Jônico, no coração de uma das mais belas costas do Mediterrâneo. A cidade, de 20 mil habitantes, tem esse número triplicado durante a alta estação, mas poucos são os turistas brasileiros. A cidade fica ao longo da costa oeste de Salento e está dividida em duas zonas distintas: o centro histórico, que fica em uma ilha de pedra calcária e tem cerca de 1,5 km de extensão; e a 'nova aldeia', ligada à ilha por uma ponte de tijolos datada do século XVII, que começou a ser formada em 1837.

Gallipoli, com outras cidades de Salento, tem uma importância histórica de arquitetura religiosa e civil da era barroca importantíssima.

Centro Histórico

O centro histórico de Gallipoli é cercado por muralhas, um visual super diferente.

Por estar do lado do Mar Jônico, o pôr do sol em Gallipoli é no mar, então vale a pena passear pelos arredores do centro histórico no final do dia e apreciar a vista, é incrível!

A Corso Roma é a rua principal que liga a cidade ao centro histórico, é uma rua mais movimentada repleta de bares e restaurantes. Vale a pena caminhar por lá.

Perca-se pelas ruazinhas do centro histórico, visite a Catedral Barroca de Santa Ágata, Igreja de Santa Maria dela Purità, Igreja de Santa Teresa, a Igreja de São Francisco de Assis e o Castello.


PORTO CESAREO

As praias e torres de Porto Cesareo demarcam uma reserva natural marinha e um dos trechos mais famosos do litoral da Puglia. Todavia, na costa Jônica, Porto Cesareo é uma antiga vila de pescadores que se tornou um importante centro turístico com baías e praias de águas cristalinas e rasas, perfeitas para as famílias.

As atrações da pequena Porto Cesareo estão, principalmente, no litoral. A cidade possui duas reservas que compreendem praias, dunas e pântanos: a Area Marina Protetta e a Riserva Naturale Orientata Regionale "Palude del Conte e Duna Costiera. As duas reservas se complementam e cobrem uma área que começa em Punta Prosciutto e acaba na Torre Inserraglio, no município de Nardò.

A paradisíaca Punta Prosciutto é a praia ao norte do centro de Porto Cesareo, quase no município de Manduria, na província de Taranto. Certamente, Punta Prosciutto é uma das praias mais bonitas da Puglia porque a praia é rasa com águas cristalinas, vegetação mediterrânea e altas dunas.


ISOLA DEI CONIGLI (8h30 - 19h30)

No mar, em frente à praia do porto, fica a ilha dos coelhos, um lugar sugestivo rico em vegetação mediterrânea.

Na maré baixa, é possível caminhar até esta pequena ilha, que está localizada a apenas algumas centenas de metros da costa. Você também pode chegar à ilha a bordo de barcos que fazem o serviço fiscal por 5 euros por pessoa.

Isola dei Conigli tem sido repetidamente reconhecida como uma das praias mais bonitas do mundo. Esta maravilha natural está localizada na parte sudoeste da Ilha de Lampedusa. A praia é cercada por águas cristalinas, que abrigam uma grande variedade de vida marinha

A areia bege clara da praia e a água azul são as primeiras coisas que chamam a atenção do viajante que veio pela primeira vez a Isola Dei Conigli. Os amantes da natureza vão gostar especialmente daqui. A ilha de Lampedusa é o reino das gaivotas reais, das quais existem cerca de 100 pares, além de grandes lagartos. Além disso, as tartarugas cabeçudas costumam aparecer na praia e botar seus ovos aqui.

A praia de Isola Dei Conigli é ótima não apenas para explorar a fauna local, mas também para nadar e mergulhar.

Ilha dos Coelhos em Lampedusa não é simplesmente uma praia linda, mas mesmo a praia mais bonita do mundo!

É uma maravilha autêntica, em um cenário de sonho, imerso em uma atmosfera encantada, com uma incrível fauna marinha e uma água cuja clareza e tons azuis atraem visitantes e turistas de todo o mundo. E tudo isso a pouco mais de uma hora de voo de qualquer aeroporto italiano.

Ilhota dos Coelhos é um lugar encantador que está localizado na parte sudoeste da ilha de Lampedusa.

É uma pequena ilha que sobe no meio de uma baía larga, cuja superfície é de cerca de 4,4 ha, enquanto a altura máxima de 26 m.

A ilhota é o reino da gaivota arenque, que tem uma população de cerca de 100 pares, e é aqui que ela faz ninhos; além disso, uma espécie particular de lagarto, o psammodromus algirus, vive exclusivamente na rocha (assim como nas áreas africanas de onde vem).

Controverso é a origem do nome atual da baía. Em uma carta do Almirante Smith (1824) lemos pela primeira vez "Ilha Rabit".

Em mapas posteriores este topônimo foi traduzido indevidamente do inglês (coelho = coelho), enquanto sua derivação do termo árabe "Rabit" parece mais provável, que pode ser traduzida em ligação (ou que se liga, que se conecta) sugerindo uma referência plausível ao istmo que raramente é formado entre a ilhota e a costa.

O nome italiano poderia, portanto, ser considerado um verdadeiro qui pro quo linguístico.

Segundo outros, no entanto, a origem do nome se deve ao fato de que, há muitos anos, uma colônia de coelhos chegou à ilhota justamente quando estava conectada ao continente.

Quando a ponte de areia desapareceu e as águas do mar ressurgiram, os coelhos ficaram presos, reproduzidos, tornando-se tão numerosos que o local foi batizado de "Ilha dos Coelhos".

Tudo, portanto, permanece "ligado" a este estranho e fascinante fenômeno que vê a ilhota voltar ao continente, cujas motivações científicas talvez ainda não estejam claras.


6º DIA 

TORRE LAPILLO

Estende-se de Punta Prosciutto a Porto Cesareo (da qual é uma fração) e é caracterizado por águas claras e cristalinas, longos trechos de areia branca fina, alternando com outros de falésias baixas.
A maioria das praias com vista para a baía de Torre Lapillo, pode ser alcançada a partir da vila da marina que é muito próxima e quase perto das grandes dunas de areia.
Torre Lapillo é muito popular entre famílias com crianças e aqueles que buscam principalmente a vida na praia ou no mar, enquanto para a noite geralmente nos mudamos para o porto cesareo próximo.

Até a parte do penhasco, que é muito baixa, se presta a viagens de mergulho para fazer mesmo com as crianças, pois aqui o fundo do mar é realmente maravilhoso e ao alcance de todos.
A presença de recifes de corais, as cores do mar e a praia branca, fazem com que a praia de Torre Lapillo se aproxime das dos países tropicais.
A marina da Torre Lapillo é uma cidade durante todo o ano, mesmo que no verão seja repovoada e aumente consideravelmente devido à presença de muitos turistas.
Toda a praia é servida por estabelecimentos de banho e praias equipadas e todo o litoral é quase sempre acessível a partir do centro da marina.


PUNTA PORSCIUTTO

A praia fica localizada na cidade de Porto Cesareo, cerca de 40 minutos de Gallipoli.


MATERA

MATERA "A Cidade de Pedra". Matera é uma cidade importante, conhecida em todo o mundo. A sua grande peculiaridade se deve a suas cavernas, chamadas "Sassi". Suas raízes remontam aos primórdios do homem e foram além. Matera foi escolhida como a Capital Europeia da cultura de 2019, depois de ter sido declarada em 1993 um Patrimônio Mundial pela UNESCO.

é uma cidade dentre as mais antigas do mundo. Seu território guarda testemunho de fósseis humanos da era paleolítica. A cidade teve muitos governantes durante sua história, passou sob o controle dos romanos, lombardos, sarracenos e bizantinos. No século XI, chegaram os normandos que ali permaneceram durante muito tempo, trazendo paz e estabilidade; depois foram prejudicados pelos aragoneses e, por fim, Matera conquistou a posição de independência e teve grande importância no início dos anos 800, tornando-se capital da Basilicata.

Várias são as teorias sobre a etimologia do nome Matera, segundo Colaianni, a cidade era chamada pelos gregos de "Mataia ole", termo derivado de "mataio olos" (tudo vazio) com referência evidente às estruturas das ravinas. Segundo outras fontes, o termo era derivado de "mata" (pilha de pedras) ou das iniciais de Met(aponto) e Hera(clea), dois bairros que acolheram refugiados de dois centros magno-grecos após sua destruição

Os Sassos constituem a parte mais antiga da cidade de Matera. A arquitetura única das cavernas de Matera narram a capacidade do homem de adaptar-se perfeitamente ao ambiente e ao contexto natural, utilizando habilmente recursos simples como: temperatura constante dos lugares escavados, o cal branco para construir casas na superfície e a utilização da ladeira para controlar a saída de água e monitorar fenômenos meteorológicos. Os sassos são construções particulares, erguidas dentro da rocha da Ravina de Matera, a garganta profunda, que divide o território da cidade em dois grandes anfiteatros naturais: o Sasso Caveoso e o Sasso Barisano.

Bairro de Sasso Caveoso

No bairro de Sasso Caveoso prevalecem as habitações quase que completamente escavadas na rocha e, o mais impressionante, permaneceram intactas desde o passado. O bairro de Sasso Barisano que foi completamente reconstruído, abriga várias estruturas restauradas e pousadas, bem como atrações turísticas (um exemplo é a reconstrução dos sassos em miniatura e o museu da civilização).

Erguida em volta de Civita, é uma cidade inteira escavada na rocha calcária, chamada localmente de "tufo", um sistema habitacional articulado, preso nas encostas de um vale profundo, de características naturais singulares e surpreendentes. Sabe de que estamos falando? Da Gravina. As sobreposições das diversas fases de transformação urbana sobre a rígida estrutura múrgica antiga, o diálogo refinado entre as rochas e arquiteturas, cânions e campanários, criaram no curso dos séculos este cenário urbano de incompatível beleza.

Muitos anos depois, entre os séculos VIII e XIII, monges membros da igreja greco-bizantina passaram a se refugiar nessas cavernas após serem expulsos do seu território. Isso explica a grande quantidade de igrejas rupestres construídas dentro das cavernas de Matera, ao redor de 150. Visitar a cidade é voltar no tempo, literalmente. É incrível como a fundação da cidade permanece praticamente intocada ao longo de tantos séculos.

Agora vamos à segunda parte. Depois do século XVII a cidade alta começou a se desenvolver. Surgiram grandes mansões, conventos, palacetes, monastérios. Foi criado um sistema hidráulico inovador para abastecer a cidade com água e garantir a distribuição com facilidade, já que ela fica num desfiladeiro.

Começando em 1949 com Carlo Lizzani que, acolhendo todas as contradições, produziu um documentário destinado a descobrir mais de perto esse povoado, de qual Carlo Levi tanto fala. Nos anos '60 os sassos foram abandonados e o forte senso degradante serve bem para retratar esse retrocesso meridional que é representado nos filmes: "Gli anni Ruggenti" ("Os Anos Berrantes"), "Il demonio" (sem título em português, significa "O Demônio"), "I Basilischi" ( "Os Basiliks"), "Qui comincia l'avventura" (sem título em português, significa "Aqui Começa a Aventura"), "Cristo si è fermato ad Eboli" ("Cristo Parou em Éboli) e "Terra bruciata" (sem título em português, significa "Terra Arrasada").

O diretor Pasolini também rodou entre os sassos a película "Evangelho Segundo Mateus", de 1964, filme no qual os quarteirões dos sassos adquirem quase um senso metafísico, imóvel, atemporal e fora do período histórico.

A Paixão de Cristo de Mel Gibson

Em 1985 o coração de pedra de Matera se transforma na Jerusalém com o Rei Davi, o que se repetiu em 2002 com o filme "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson. Algumas ruas destes filmes colossais se tornaram fundamentais, como a Via Muro, panorâmica, cenográfica e espetacular, serviu de local à Via Crucis no filme de Mel Gibson, "A Paixão de Cristo".

Para ficar mais fácil divida a cidade em 4 partes.

1. Comece explorando a parte alta da cidade, que é a mais central e mais movimentada. Vá da Piazza Vittorio Veneto a Piazza Duomo. Em cada uma dessas praças tem um balcão panorâmico para se ser ver a parte baixa da cidade (Sasso Caveoso e Sasso Barisano). Ao longo da caminhada você vai passar por algumas portas antigas, pelo Castelvecchio e pelo Palazzo Ridola até chegar na Catedral.

2. Depois vá ao o interessantíssimo Sasso Caveoso, na cidade baixa. Inicie sua caminhada na Piazza Duomo onde fica a Catedral e comece a descer. Vá até o balcão panorâmico da Piazza Postergola onde fica o Monastério de Santa Lucia, siga até as igrejas de San Pietro Caveoso, Madonna dell'Idris, S. Lucia Alle Malve, Santa Maria di Armeni e tantas outras. Nessa região tem uma zona arqueológica interessante, muitas casas antigas recuperadas nas cavernas que podem ser visitadas, restaurantes e hotéis legais nas grutas. Então, suba novamente a escadaria, passe pelo Museu Nacional de Arte Medieval e Moderna e finalize sua caminhada no balcão panorâmico Belvedere Guerricchio que é o mais interessante para se ver o pôr do sol.

3. Agora descubra os encantos de Sasso Barisano, que tem esse nome por ser a região de grutas e cavernas voltadas para a cidade de Bari. Inicie a caminhada (são muitas caminhadas deliciosas) na Fontana Ferdinandea, que fica na Piazza Vittorio. Passe pela igreja San Domenico, pelo antigo Hospital San Rocco, pela universidade (o que justifica a quantidade de jovens na cidade e a vida noturna intensa), pela igreja de San Rocco, explore cada cantinho dos labirintos monocromáticos com casas de pedras e tantas igrejas rupestres.

4. Visite o Castelo Tramontano que fica num parque enorme em frente ao Convento de Santa Lucia. Dá para ir caminhando.

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